\n'; document.write(barra); } } changePage();
Aqui vc encontra dicas de saúde e outras palavras, de outras pessoas, atualizadas mensalmente
Cinesiologia Aplicada, nascida na área médica norte-americana, nos anos 60, é uma técnica de restabelecimento do equilíbrio físico, emocional, mental e espiritual, de forma natural, sem invasão física e/ou emocional, atendendo às informações emitidas pelo próprio Sistema Corpo/Mente da pessoa em questão, através da mudança de tônus muscular. O princípio é simples: mediante o estressamento cerebral, o sistema elétrico do corpo desliga momentaneamente, resultando em perda de tônus muscular. Por isso, sempre que vamos dar uma notícia dolorosa a alguém a sugerimos que se assente. Passando por traumas e decepções na infância, sentimos medo. Com o objetivo de nos proteger, bloqueamos músculos, órgãos internos, chakras, meridianos... No decorrer da vida, com as experiências negativas que vamos vivenciando, reforçamos os mesmos bloqueios. Hoje, eles podem estar traduzidos no corpo como uma doença, ou um desequilíbrio, seja ele mental, emocional ou espiritual. Usando o teste muscular, como um bio-feedback neuromuscular, de modo suave, o terapeuta acessa tais bloqueios e os desativa na idade da causa, através da recessão etária (até a concepção e em registros ancestrais e de vidas passadas). Comunicando-se com o Sistema Corpo/Mente, este vai informando as correções necessárias. Na correção são utilizados diversos recursos de medicina vibracional, tais como Essências Florais, Cristais, Afirmações para Reprogramação Neurológica do sistema de crenças estressor, Massagens em pontos de acupuntura, Reiki, Cromoterapia. |
A pesquisa reuniu as informações registradas em fichas de 66 pessoas atendidas entre janeiro de 2002 e novembro de 2003. Entre essas pessoas 49 são mulheres e 17 homens. No resultado geral 68% obtiveram o resultado desejado; 6,1% continuaram o tratamento, mas sem obter resultado aferível até o momento de encerrar a pesquisa, e 25,9% não retornaram para as sessões seguintes, ficando fora de nosso alcance avaliativo. Entre as mulheres o resultado é o seguinte: 71,4% obtiveram o resultado desejado, 4,1% continuaram o tratamento, sem obter resultado aferível até o momento de encerrar a pesquisa, e 24,5% não retornaram para as sessões seguintes, ficando fora de nosso alcance avaliativo. A situação muda entre os homens onde 58,9% obtiveram o resultado desejado, 11,7% continuaram o tratamento, mas sem obter resultado aferível até o momento de encerrar a pesquisa, e 29,4% não retornaram para as sessões seguintes. Seria muito interessante desenvolver uma análise antropo-sociológica a partir desses dados, mas este não é o nosso propósito. Entretanto, podemos afirmar que o processo é sempre de auto cura, o que demanda, da parte da pessoa que busca a ajuda, abertura e disposição para tomar consciência de si mesma e de seus processos psíquicos e comportamentais, bem como a decisão de efetuar as mudanças necessárias. E vários elementos biológicos, emocionais e sociais favorecem às mulheres na capacidade de realizar mudanças na vida. Entre essas pessoas quais foram as queixas apresentadas? Foram diversas. Entre homens e mulheres questões relacionadas ao fracasso nos relacionamentos afetivos, incapacidade de produzir para si mesmos uma vida de prosperidade e sucesso, insônia, hipoglicemia, síndrome de pânico, depressão, comportamento suicida, distúrbios sexuais e digestivos, enxaqueca, um caso de paralisia motora sem danos estruturais e neurológicos, incapacidade de organização da vida, dificuldades de relacionamento no trabalho, dificuldade emocional para ser aprovado no exame de direção veicular, dificuldade para enfrentar as situações de pressão nos exames de vestibular e dificuldade para escrever trabalhos acadêmicos para titulação. Concluído o levantamento dos dados e os gráficos dos resultados, nós mesmas ficamos surpresas, embora tivéssemos o conhecimento da efetividade da técnica. Contudo, ainda assim nos surpreendemos quando visualizamos a quantificação gráfica dos mesmos. Marleni di Carvalho - CNT 3112/MG |
Minha Primeira Experiência com a Cinesiologia Aplicada
Em abril de 2001, eu, Marleni Lz V Carvalho, sofri uma fratura no quinto metatarsiano direito, enfiando o pé direito num resvalo da calçada pública. Quando procurei atendimento médico, 48 horas depois do ocorrido, uma radiografia informou da fratura e do estado de distanciamento entre as duas pontas da área seciona. Tive o pé engessado durante 56 dias. Ao final desse período a fratura permanecia na mesma e o médico sentenciou a solução: uma cirurgia para junção das partes com pino de platina.
Iniciou-se nesse momento minha jornada interior para entender a causa de tal demora do Corpo para se curar.
Na noite que se seguiu comecei a indagar-me sobre os motivos reais daquela fratura. O motivo aparente era o acidente no resvalo da calçada. Mas qual era o motivo inconsciente da fratura?
A partir de um sonho inferi a presença de algum medo inconsciente. Tal percepção levou-me a providenciar imediatamente uma fórmula de essências florais que trabalhassem o medo, a disposição e a coragem de efetuar mudanças em minha vida; romper o autoboicote e elevar minha auto-estima.
Quando o médico informou-me sobre a necessidade de intervenção cirúrgica, enquanto aguardava uma vaga no hospital para a dita cirurgia, procurei uma terapeuta cinesióloga. Através da Cinesiologia tomei consciência das emoções envolvidas no processo de fraturamento do osso. Os trabalhos energéticos solicitados pelo Corpo para os desbloqueios e restauração de registros emocionais nos diversos corpos sutis foram efetivados por minha terapeuta.
Saí da sessão acreditando que as causas que motivaram o fraturamento já não existiam mais. Eu havia tomado consciência das dores que meu EU carregava nos meus corpos. Assim sendo, meu osso já podia cicatrizar.
Não obstante a esse processo de cura iniciado na sessão de Cinesiologia, quatro dias depois dei entrada no Hospital Governador Israel Pinheiro - BH/MG. Como era Sábado, só teve início o pré-operatório na tarde de 2ª feira, quando fiz vários exames.
Na terça feira pela manhã fui conduzida à sala de cirurgia - fui andando. Eu já estava na mesa de cirurgia, quando um ortopedista residente achou conveniente que o cirurgião novamente me examinasse o pé. Foi então nesse momento que ele constatou, pelo exame de toque, que já havia sinais de consolidação do osso. A cirurgia foi suspensa. Quatorze dias depois uma nova radiografia confirmou a recuperação do osso.
Nessa mesma ocasião, visitando a Feira da Cachaça, na Serraria Souza Pinto, ganhei um prêmio de melhor forroseira de um dos stands. Marleni de Carvalho